Animais

Animais Extintos Recentemente


A extinção de inúmeros animais está fazendo o ser humano pensar mais e parar de agir com ganância destruindo tudo a sua volta.


A principal causa da extinção de vários animais é a ganância do ser humano, que aos poucos vem destruindo o planeta com a poluição, com o desmatamento e com o tráfico de animais. Neste artigo você irá conferir uma lista com alguns dos animais extintos recentemente.

Problemas a se Solucionar

Na medida em que o mundo é castigado com as poluições e com tudo o que mais se vê atualmente relacionado ao aquecimento global, um dos fatores mais prejudicados perto de tudo isto são os animais, eles acabam sofrendo com todos os problemas relacionados ao ambientalismo e suas demais falhas.

 

Os animais de diversas espécies podem acabar se encontrando em uma das piores situações de suas naturezas, a extinção, sendo esta uma das maiores demandas de extermínio dos animais por causas naturais ou problemas com a própria natureza onde vivem, com isto, a pior parte fica por conta de cada um dos órgãos ambientais para fazer com que isso seja cessado antes que não haja mais algumas espécies no mundo.

 

Conforme as coisas vão piorando na água, nas matas e no ar, os animais acabam sendo esquecidos e praticamente assassinados conforme estas poluições vão se integrando ao mundo. Muitas queimadas, vazamentos de óleos nos rios e destruições do ar, são os pontos principais de uma fauna que já foi muito mais rica antigamente.

 

Animais em Extinção

Algumas espécies até conhecidas já se encontram em estado de alerta perto de outras espécies menos populares, ambas acabam recebendo tratamentos especiais em suas reproduções para poderem ampliar as suas nascenças e todas as suas proliferações.

 

Deste modo, o Brasil entra com força total em seus órgãos ambientais na busca de novidades para todos eles e suas respectivas reproduções. Os animais com maior índice de extinção e riscos prováveis são:

• Tartaruga Gigante de Galápagos

Animais Extintos Recentemente

 

• Canarian Oystercatcher

Animais Extintos Recentemente

 

• Quagga

Animais Extintos Recentemente

 

• Tigre de Java

 Animais Extintos Recentemente

• Rinoceronte Negro do Oeste

 Animais Extintos Recentemente

• Iguana da Ilha Navassa

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• Pica Pau Bico de Marfim

Animais Extintos Recentemente

 

• Foca Monge das Caraíbas

Animais Extintos Recentemente

 

• Íbex dos Pirenéus

Animais Extintos Recentemente

 

• Golfinho Baiji

Animais Extintos Recentemente

 

• Arau Gigante ou Pega Gigante

Animais Extintos Recentemente

 

• Po’ouli

Animais Extintos Recentemente

 

• Tigre de Bali

Animais Extintos Recentemente

 

• Auroque

Animais Extintos Recentemente

 

• Mariana Mallard

Animais Extintos Recentemente

 

Para cessar toda esta extinção é necessário que cada um desses animais se torne mais vivo em seus habitats e, para que isto aconteça, o mundo deve abraçar novas causas do ambientalismo e fazer com que a fauna mundial volte a ser o que era antes.

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Cachorros podem ajudar os diabéticos em momentos de crise

Animais passam por treino intensivo e são capazes de farejar crises de hipoglicemia em seus donos portadores de diabete.

 

Camila Maccari e Sílvia Lisboa

Qualquer raaça pode passar pelo adestramento, que dura dois anos. 
Foto: Getty Images

Após adestramento, cães conseguiram acusar casos de queda acentuada dos níveis de glicose em pessoas com diabete tipo 1. É o que mostrou um experimento da Universidade de Bristol, no Reino Unido. Os médicos entrevistaram diabéticos que passaram a contar com o auxílio de cachorros treinados para detectar essas crises. Os voluntários relataram menos episódios de inconsciência e mais autonomia depois da chegada das mascotes. "O terror dessas pessoas é a hipoglicemia noturna. Os índices de glicose baixam e o indivíduo não percebe", conta o endocrinologista Balduino Tschiedel, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes. Hoje existe um sensor de glicose subcutânea, mas o equipamento é caro e sujeito a falhas. "Ter um cão treinado por perto traria, portanto, mais segurança", opina Tschiedel.
 

Focinho alerta

O adestramento poderia ser feito com qualquer raça e leva em média dois anos. Veja como o cão age para identificar a crise. 

1. Quando o nível de açúcar no sangue cai, o organismo libera hormônios que fazem suar.

2. Misturado às bactérias presentes na pele, o suor produz um odor, reconhecido pelos animais.

3. No caso de a glicose disparar, o hálito do diabético fica com cheiro de maçã madura.

4. Ao identificar essas variações, os cães treinados latem e pulam, até que se tome uma providência.

Por que amamos tanto os animais?

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Muitas pessoas gostam dos animais. A maioria gosta de cachorros e gatos enquanto que outros preferem peixes, iguanas ou outros tipos mais exóticos. Até as pessoas que não curtem muito os animais, provavelmente, já sentiram afeto por algum bichinho.

Mas por que gostamos tanto deles assim? Seria porque os vemos como um verdadeiro amigo e companheiro? Ou então porque gostamos de brincar com eles? De admira-los?

Procuramos o calor dos animais porque não importa o dia, a hora ou o momento: seu bichinho de estimação estará sempre esperando por você, ele te conhece, sente sua falta e será, sempre, um fiel companheiro.

Como por exemplo, um cachorro irá correr para você quando você voltar para casa; um gato se esfregará em sua perna, uma iguana ficaria parada olhando para você para depois ir até o seu pé...

Os animais são cativantes, todos eles merecem nosso respeito e cuidado, independente de serem ou não domésticos. Nós temos o dever de preservar todas as espécies.

 

 

 

 

 

Cachorros, gatos e outros bichos são usados para ajudar a tratar dores do corpo e da alma de quem precisa. Veja quais são os benefícios que os animais proporcionam

Texto: Ivonete Lucirio/ Foto: Shutterstock/ Adapatção: Letícia Maciel

A zooterapia pode ser aplicada com animais de estimação do próprio paciente ou com animais
especialmente treinados
Foto: Shutterstock

convivência entre homens e alguns bichos sempre foi próxima e prazerosa. Então, por que não usar essa amizade para tratar pacientes internados em hospitaisidososcrianças e melhorar seu estado de ânimo? Essa é a proposta da zooterapia, ou Terapia Assistida por Animais (TAA). “Nela, o animal funciona como um objeto mediador no tratamento, ajudando a resgatar a afetividade, principalmente em grupos com restrição de comunicação, como aqueles formados por crianças e idosos”, explica Patrícia Bader, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital São Luiz (SP). Quanto mais a pessoa sentir empatia por animais, mais será beneficiada pela zooterapia. “Se ela tiver medo, será mais um motivo de estresse”, diz a veterinária Hannelore Fuchs, presidente da Associação Brasileira de Zooterapia. “Do contrário, eles acalmam e trazem a sensação de conforto”, completa Hannelore. O francês Jean-Yves Guachet, veterinário da Universidade de Toulouse (França), testou isso em 250 voluntários. Eles foram submetidos em diferentes momentos do dia a uma gravação de 30 minutos com o som de um gato ronronando. Todos relataram maiorfacilidade para dormirsensação de bem-estar e serenidade.

Dentro e fora dos hospitais

Existem basicamente duas formas de os animais entrarem no hospital. Uma delas é o paciente receber a visita de seu próprio cão ou gato de estimação. A outra é a presença periódica de animais especialmente treinados para interagir com pacientes. “Essas visitas devem ser autorizadas pelo médico e o animal deve vir com um atestado do veterinário”, conta Melina Blanco Amarins, psicóloga do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), que libera a entrada dos amigos de quatro patas em suas dependências. As experiências bem-sucedidas com animais não se restringem aos quartos de hospital. As visitas podem ser feitas também a asilos e creches. Um projeto realizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP) leva principalmente cães — de longe o animal preferido pelos zooterapeutas — para relacionar-se com idosos do asilo São Vicente de Paula, em Pirassununga (SP). Entre os cães estão labradores, golden retrievers, bassê e vira-latas. As visitas, que começaram em 2006, são feitas a cada 15 dias, e os responsáveis garantem que aumentou a capacidade de comunicação entre os idosos.

Além dos companheiros caninos, os pesquisadores instalaram no asilo também um aquário, e os moradores ficam responsáveis por tomar conta dos peixes, alimentá-los, mantendo o ambiente limpo. Os cães já foram usados até no tratamento de crianças que sofreram violência familiar. O projeto aconteceu em 2003 na cidade de Porto Alegre (RS). A iniciativa foi do 3º. Batalhão de Polícia do Exército Brasileiro, que oferecia seus cães para participarem de seções de terapia com crianças vítimas de maus-tratos. A ideia era reforçar os vínculos afetivos e ensinar as noções de cuidado e respeito que estavam abaladas no caso de crianças que sofriam violência dentro da própria casa, na faixa etária entre 2 e 12 anos de idade.

Principais benefícios

“Não há contraindicação para quadro de saúde algum”, garante Solange Martins Ferreira, psicóloga do Hospital Santa Catarina (SP), que estuda a implantação de um projeto com animais para 2012, em parceria com a ONG Innata (Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais). Lá as indicações são várias “A principal é fortalecer o quadro emocional dos pacientes, principalmente em indivíduos comdepressão”, diz Solange. “Está provado também que esse tipo de terapia aumenta a aderência do paciente ao tratamento, causa uma melhora na postura e uma diminuição temporária da dor”, completa a médica Hannelore . “A diminuição da dor acontece principalmente porque, com a presença do bicho, o paciente tira o foco da doença. O desenvolvimento físico é o principal ganho, mas não se devem menosprezar também os benefícios psicológicos. Grandes ou  pequenos, os animais são parceiros do homem, na saúde ou na doença.
Revista VivaSaúde Edição 103

 

Brinquedos para cães podem conter substâncias perigosas

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Brinquedos para cães podem liberar ftalatos e bisfenol A – Foto: ThinkStock

Por Jennifer Viegas

Pesquisas sugerem que certos brinquedos para cães contêm substâncias químicas que podem levar o animal a ter problemas de saúde, de acordo com uma apresentação da Sociedade de Toxicologia Ambiental e Química, em conferência realizada na Califórnia.

Os piores candidatos parecem ser os bastões de plásticos, também chamados de “bumpers” em inglês, usados para treinar os cães para buscá-los.

Phil Smith, co-autor do estudo com a pesquisadora Kimberly Wooten, afirmou em um comunicado à imprensa que “o processo de treinamento em laboratório exigiu muito trabalho. Tenho vários bastões em casa e meus cães passam muito tempo com eles na boca. Há uma grande preocupação em relação às substâncias presentes nos plásticos e seus efeitos sobre os seres humanos. Como todos querem que seus cães sejam saudáveis e inteligentes, decidimos investigar isso”.

Smith, que também treina e caça com cães da raça labrador, é professor associado de Ecotoxicologia Terrestre do Instituto de Saúde Ambiental e Humana da Universidade de Tecnologia do Texas.

Smith e Wooten suspeitam que os “bumpers” e outros brinquedos para cães podem liberar ftalatos e bisfenol A (BPA) na boca e no corpo dos animais.

Essas substâncias são utilizadas para conferir elasticidade ao plástico e são conhecidos disruptores endócrinos, que imitam o estrogênio ou podem atuar como antiandrógenos. Os estudos indicam que podem causar efeitos negativos na saúde.

Para testar essas substâncias químicas, os pesquisadores simularam a saliva de cães e depois imitaram o mastigar pressionando os bastões e outros brinquedos com pinças de aço inoxidável para saladas. Alguns “bumpers” e brinquedos também foram envelhecidos para determinar se brinquedos antigos liberavam mais substâncias químicas.

“Descobrimos que o envelhecimento ou a fragmentação dos brinquedos aumentou a concentração de BPA e ftalatos”, disse Smith. “A boa notícia é que os brinquedos apresentam concentrações menores de ftalatos que os ‘bumpers’. Mas eles também continham outras substâncias que imitam o estrogênio. Precisamos descobrir quais são.”

Wooten explicou que o BPA e os ftalatos podem ter efeitos sobre o desenvolvimento do feto e efeitos permanentes sobre os descendentes de animais de laboratório. Os estudos em seres humanos geraram conclusões mistas, mas a preocupação foi suficiente para justificar a proibição do uso de BPA em mamadeiras nos Estados Unidos este ano.

Wooten disse que “a interação entre a saúde do animal de estimação e substâncias ambientais ainda é pouco estudada. Ainda não se sabe, por exemplo, a quantidade liberada na boca de um cão durante uma brincadeira. O que pode ser uma dose segura para uma espécie nem sempre é para outras. Mas a quantidade de BPA e ftalatos que encontramos nos ‘bumpers’ pode ser considerada alta se comparada aos brinquedos para crianças”.

 

 

 

Introdução

Como funcionam os gatos

Gatos

Apesar do longo debate entre donos de cães e gatos sobre qual é a melhor espécie, a verdade é que ambos são excelentes animais de estimação – e companheiríssimos de seus donos. E se por aqui a preferência ainda são os cachorros, as estatísticas mostram que o gato é o animal de estimação mais popular nos Estados Unidos. De acordo com a entidade Human Society, mais de 38 milhões de lares norte-americanos têm um ou dois gatos. Mas de onde exatamente vieram esses felinos e o que os torna um dos companheiros favoritos do homem [fonte: HSUS - em inglês]? © iStockphoto.com/Suemack A origem dos gatos é tão misteriosa quanto a própria espécie

. A maioria dos especialistas concorda que o gato é descendente de uma espécie de gato selvagem africano, mas como ele deixou de ser selvagem e virou um animal de estimação? Até então o que nós sabíamos era que os gatos domésticos haviam surgido no Egito antigo há mais de 3 mil anos, mas recentemente, um estudo feito por especialistas mostrou que os gatos podem ser originários de alguma civilização asiática antiga – e bem antiga – há 10 mil anos [fonte: Scientific American - em inglês].

Os gatos podem ter sido domesticados em função de mudanças no nosso estilo de vida. Quando os nômades deixaram de apenas caçar e passaram a cultivar suas próprias plantações e criar animais, os gatos começaram a perder sua utilidade e passaram a ser aceitos como parte da família. Os gatos chegaram até mesmo a ser usados em viagens transoceânicas para manter os grãos longes dos ratos – incluindo a viagem de Colombo que é como explica-se a chegada dos gatos à América. Embora os gatos tenham assimilado facilmente a vida em família, eles nunca se tornaram completamente domesticados - razão pela qual até hoje os gatos são em sua maioria autossuficientes e excelentes caçadores quando têm liberdade para tal.

Você já se perguntou por que os gatos são tão ágeis? Eles realmente conseguem ver no escuro? Você acreditaria se lhe dissessem que o bigode de um gato pode ser um excelente GPS? E como esse felino se tornou um fenômeno da cultura pop?

Se você já acreditava que os gatos eram capazes de governar o mundo, continue a ler para aprender ainda mais coisas sobre eles.

 

Comportamento dos gatos e sociabilização

 

 

 

Gatos
© iStockphoto.com/Lcodacci

A sociabilização tem início já nas primeiras semanas de vida de um filhote quando ele fortalece os laços com sua mãe e com os outros gatos da família. Quando o filhote começa a crescer e é apresentado aos seres humanos, ele também estabelece um vínculo com quem lhe dá carinho e comida. Os felinos são conhecidos por serem mimados e é praticamente impossível saber como um gato reagirá aos humanos. Alguns podem ser amigáveis desde o primeiro dia, enquanto outros podem ser mais reservados – apesar de serem da mesma ninhada.

A maioria das ações de um gato enquanto está brincando é semelhante às ações que teria se estivesse caçando. Alguns gatos gostam de perseguir as luzes em um quarto, o que pode imitar os movimentos de um rato, enquanto outros preferem pegar bichos de pelúcia como se estivessem caçando pássaros. E todos os gatos são escaladores natos. 

Os gatos usam uma variedade de sons para se comunicar com outros animais ou pessoas. O som mais comum é um “miau”. Quando um gato mia, normalmente é pedindo atenção. Talvez o gato esteja querendo dizer “me alimente”. Outro som bastante comum é o ronronar. Na maioria das vezes, quando um gato ronrona é porque está feliz. Os gatos também silvam quando estão loucos ou particularmente agressivos. Muito parecido com o rugido de um leão, trata-se de um aviso para que saiam do seu caminho.

Gatinhas filhotes atingem a maturidade sexual por volta dos cinco aos nove meses de idade. Embora os filhotes machos atinjam a maturidade sexual por volta dos cinco meses, o acasalamento não costuma ocorrer antes deles completarem um ano de idade. Muitas organizações humanas são a favor da castração dos gatos para prevenir a superpopulação. A Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (ASPCA) sugere que as gatinhas sejam esterilizadas logo com oito semanas de vida e que todos os outros gatos sejam castrados por volta dos seis meses de idade [fonte: ASPCA].

 

Animais de estimação: Qual o mais adequado para a sua família?

Os animais domésticos fazem a alegria da criançada, são os companheiros nas horas solitárias e tornam-se verdadeiros membros da família quando recebem muito carinho e amor de seus donos. Mas o fato é que cada animal doméstico possui peculiaridades que precisam ser analisadas antes de ele ser escolhido para integrar a família.

Alguns bichinhos necessitam de mais espaço, de um quintal bem grande, de atenção de seus donos, de passeio e de cuidados especiais, enquanto outros são mais independentes, não precisam de muita coisa para serem felizes e se adaptam a qualquer lugar.

Além das características dos animais, é preciso analisar as características de seus donos. Há pessoas que gostam de lagartos, cobras, aranhas, enquanto outros (de gosto mais popular) preferem gatos ou cães. Algumas pessoas são alérgicas a pelos, e isso também deve ser levado em consideração na escolha do animal.

Para facilitar a sua escolha, vamos analisar as características de alguns animais. O que comem, do que gostam de fazer e como se comportam.

Cachorro

Conhecido como o melhor amigo do homem, este animal está presente na vida de muitas famílias. Eles são carinhosos e fieis aos donos. Mesmo os mais bravos costumam se adaptar à família com facilidade, e até mesmo às crianças.

Animal de estimação

Cão de guarda: Alguns cachorros são comprados ou adotados com um interesse principal: guardar a casa. Para este caso, os cães maiores, mais bravos e velozes, e com um latido espantoso são os mais escolhidos. Dentre as muitas raças de cães de guarda, podemos citar as mais populares: Rottweller, Pitbull (pode ser dócil com os donos, mas muito agressivo com desconhecidos), Doberman e Pastor Alemão.

Cão guia: Depois de treinados, algumas raças de cães podem ser muito eficientes no auxílio aos deficientes visuais. Eles podem andar sozinhos ao lado de seus donos (deficientes visuais) de maneira muito segura, direcionando o caminho e livrando-o de obstáculos. As raças apropriadas para essa função são: Pastor Alemão, Golden Retriever e Retriever do Labrador.

animais domesticos

Em geral, os cachorros gostam de correr, de passear na rua com os donos, de brincar e ficar ao lado da família enquanto seus donos assistem TV, comem ou dormem. São muito carinhosos e podem ficar deprimidos se não receberem atenção de seus donos ou se ficarem muito tempo presos em casa. Algumas raças não se adaptam a apartamentos.

 Eles se alimentam de ração e água, e precisam de cuidados especiais para evitar pulgas e carrapatos. É necessário vaciná-lo e levá-lo ao veterinário periodicamente para que ele se mantenha saudável.

 Gato

Os gatos são mais independentes. Se o dono não cuidar bem dele, pode ser que ele vá embora em busca de alimento e de um novo lar. Ao contrário dos cães, não é um animal muito fiel ao dono, mas também gosta de carinho e atenção.

Gato - Animal de estimação

Eles não se incomodam com a presença de desconhecidos em casa, por isso não servem para proteger a família. Mas por outro lado são ótimos companheiros e adoram ser mimados. Além disso, quase não dão trabalho, pois não precisam que seus donos os levem para passear, não costumam fazer sujeira no tapete, pois só fazem suas necessidades fisiológicas numa caixinha de areia (quando são ensinados), e nem precisam de banhos periódicos como os cães, já que eles mesmos se encarregam de sua higiene (com a língua). Outras vantagens: Não são barulhentos (exceto quando estão “namorando”) e podem ser criados em apartamento.

Animal de estimação

Detalhe: Quem quer criar gatos deve estar ciente de que eles precisam afiar as garras, e se não encontrarem outro lugar adequado para isso, poderão descontar no sofá, nos móveis, tapetes ou portas. É bom providenciar um pedaço de madeira especialmente para eles em casa. Pode ser que dessa forma o sofá (principal vítima dos gatos) seja deixado de lado.

Assim como os cães, os gatos também comem ração e bebem água, precisam tomar vacinas e visitar o veterinário periodicamente. Para quem tem alergia a pelos, o melhor a fazer é evitar gatos em casa.

Hamster

Fofinhos e muito divertidos, esses roedores também são muito queridos pelas crianças, mas tê-los em casa exige muitos cuidados, afinal eles são pequeninos e delicados. A primeira coisa que é preciso fazer para criar um hamster é comprar um lugar seguro para ele “morar”. Pode ser uma gaiola (arame ou plástico) ou um aquário (vidro ou plástico). É preciso lembrar que esses bichinhos são muito espertos, e abrem portinhas com facilidade, por isso, é bom caprichar na fechadura das gaiolas ou aquários, senão o pequeno conseguirá fugir rapidinho.

Hamster - Animal de estimação

Além da ração, os hamsters costumam comer as próprias fezes. Isso é normal para eles e inclusive saudável, portanto não é preciso ficar assustada ou tentar interrompê-lo quando estiver fazendo isso. Como qualquer outro bichinho, ele precisa beber água, por isso é fundamental deixar uma garrafinha com água dentro de seu alojamento.

Hamster - Animal de estimação

Os hamsters precisam ficar num lugar arejado. Nada de colocar a gaiola ou aquário em lugares quentes, como próximo à janela. Além disso, eles gostam muito de brincar e exercitar-se, por isso é bom comprar acessórios específicos vendidos em Pet Shops para alegrar o bichinho.

A vantagem é que eles não ocupam muito espaço em casa, e podem ser criados em apartamentos pequenos sem nenhum problema.

Peixe

Além de tornarem o ambiente mais belo e decorado, os peixinhos criados em aquário doméstico praticamente não dão trabalho. Qualquer pessoa pode ter um peixe em casa. Basta ter um aquário adequado ao tamanho do peixe e lembrar de alimentá-lo diariamente e limpar o aquário periodicamente.

Hamster - Animal de estimação

Para quem quer ter um bichinho em casa que não implique em ter muitas obrigações, como dar banho e levar para passear, o peixinho é uma boa opção. Ele também pode fazer a alegria de crianças alérgicas a animais com pelos.

Peixes - Animal de estimação

Existem peixes de água salgada e de água doce, portanto o aquário deve ser apropriado para cada tipo. Para ambos, é importante que o aquário contenha um filtro (mecânico e químico) para manter a água limpa, e seja colocado num lugar sem muita luz, já que o excesso de luminosidade pode perturbar os peixes. Também é importante saber e alertar às crianças que não se deve ficar batendo no aquário, pois lá dentro os peixes sentem e ouvem vibrações muito fortes.

Alguns tipos de peixes não podem conviver com outros, como é o caso do peixe beta, que gosta de viver sozinho e não aceita a presença de outras espécies no aquário. As fêmeas são mais tolerantes, desde que as outras espécies sejam mais tranquilas.

Lagarto

Menos convencional que os animais citados acima, o lagarto também pode ser criado em casa, pois, desde que seja bem cuidado (temperatura ideal, alimentação e limpeza), se adaptam facilmente ao cativeiro.

Lagarto - Animal de estimação

Apesar de possuírem uma aparência forte e silvestre, os lagartos são muito delicados e precisam de cuidados especiais. Por exemplo, quando o clima fica frio, os bichinhos podem até parar de se alimentar, já que o seu metabolismo começa a diminuir o ritmo. Nesse caso é importante procurar um veterinário.

Lagarto - Animal de estimação

Os lagartos podem ser criados em aquários com tampa (em medidas ideais para o tamanho de cada um), que contenha um recipiente com água e um lugarzinho onde ele possa se esconder.

Em geral, eles se alimentam de insetos (que podem ser capturados pelo dono ou comprados – grilos, mosquitos, baratas) e folhas, como alface. Também podem comer legumes e até ovos.

Para pessoas quietas, o lagarto é uma companhia perfeita, afinal ele não gosta de brincar e passear como os cães e gatos. Mas também não se apega ao dono, nem sente falta dele.

Existem muitos outros animais que podem ser criados em casa. Basta escolher com paciência e cuidar do seu bichinho com muito amor. Lembrando que a maioria das aves, por lei, não podem ser criadas em cativeiro, com exceção de aves como os periquitos que se reproduzem rapidamente e em grande quantidade. Mas convenhamos que deve ser triste ter asas e não poder voar. Opte pelos bichinhos que realmente se adaptam a viver em casas. Faça seu bichinho feliz e seja feliz com ele!

 

 

 

Terapia com animais

A relação com os animais pode diminuir o estresse, combater a ansiedade e ainda ajudar no desenvolvimento das crianças. Saiba mais

Eles são dóceis, companheiros e muitas vezes os melhores amigos do homem. Não é de hoje que o convívio de animais domésticos com o ser humano é uma verdadeira troca de amor e fidelidade. Toda essa dedicação faz com que especialistas utilizem o fato para incluir os bichinhos em tratamentos terapêuticos.

Nos anos 70, a chamada terapia assistida por animais começou a ser usada em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. Trata-se de uma terapia na qual os bichinhos são inseridos em tratamentos psicológicos de pessoas com traumas ou portadoras de algum tipo de deficiência, como o autismo. O objetivo dessas terapias é aumentar a auto-estima e a sensação de bem-estar, fortalecer o sistema imunológico e reduzir a ansiedade do paciente. 

Pesquisas mostram que uma sessão com os bichinhos pode ajudar até mesmo no controle da pressão arterial. Quem comprova isso é um estudo feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, onde algumas pessoas com problema de batimento cardíaco foram testadas. Primeiramente foi medida a pressão dos pacientes, que apresentavam batimentos acelerados. Após serem expostos a uma sessão de terapia com cães, os pacientes mostraram-se mais tranquilos e apresentaram estabilidade nos batimentos cardíacos. Além disso, esse contato com o animal durante uma sessão terapêutica pode aumentar os níveis de serotonina e oxitocina, hormônios responsáveis pelo humor e pelo amor materno, respectivamente. 
 
Foi pensando nisso que a psicóloga Kátia Regina Aiello resolveu inserir cães terapeutas em suas consultas. Ela conta que esses animais passam por um adestramento no qual aprendem a ser dóceis com os pacientes. A confiança que a pessoa passa a ter no cão é o primeiro passo para um bom tratamento. Logo em segunda, Kátia conta que os pacientes passam a projetar seus próprios sentimentos no animal. 

Os animais também são usados para fins fisioterapêuticos. Quando, por exemplo, uma pessoa idosa precisa fazer exercícios para combater uma dificuldade motora, um cão pode ser inserido durante a sessão para o paciente brincar com o animal, fazendo movimentos importantes para sua recuperação de forma descontraída. Além disso, o paciente se sente mais estimulado a fazer os exercícios quando os animais estão presentes e se queixam menos de dores durante as sessões. 

No caso de das crianças, a psicóloga afirma: “não há dúvidas os animais podem ajudar na educação dos pequenos”. A interação deles com os bichinhos, além de fortalecer o sistema imunológico, estimula a exercitá-los o respeito, o afeto, o cuidado e a atenção.

ONGs
Existem no Brasil algumas diversas organizações não governamentais que promovem tratamentos com bichos. É o caso da Inataa (Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistida por Animais), uma organização constituída por voluntários e profissionais que fazem atendimentos terapêuticos e ações voluntárias envolvendo a interação do homem e do animal. Visando a melhoria da saúde física, mental e dos pacientes, a Inataa atende por mês aproximadamente 400 pessoas em diversas instituições de abrigo. 

Eles nos fazem bem...
Independentemente de serem usados como forma de terapia, os animais fazem bem à saúde e nos ajudam em diversas etapas da vida. Marcelo Toniette, psicólogo e psicoterapeuta, conta que tem acompanhado alguns casos em que a chegada de um animal auxiliou na superação de crises de casais, na melhoria de autoconfiança e de auto-estima e no estímulo para retomar convívio social. “A partir do momento em que uma pessoa adota um animal, acaba valorizando o cuidado e a atenção com o outro. No contato com os bichinhos, ela desenvolve e fortalece esse aspecto humano do cuidar e ser cuidado, do prestar atenção em necessidades do animal e atender a essas necessidades”, diz. Mas, atenção: antes adotar um animal de estimação, é fundamental que o dono tenha condições de ter uma posse responsável do bicho, fornecendo as condições básicas para que ele tenha uma vida saudável, com respeito, carinho e amor. 

 


 

Cuidados com animais de estimação

 

Cuidados com animais de estimação
A cria de animais  domésticos demanda uma atenção especial. Levar ao veterinário, oferecer ração de qualidade, passear e aplicar as vacinas dentro do prazo estão entre os principais cuidados que devemos tomar.

Infelizmente, é bastante comum casos de maus-tratos envolvendo cães e gatos. Alguns, simplesmente, são abandonados nas ruas, onde correm o risco de sofrerem novas agressões ou de serem atropelados.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não é preciso ter muito dinheiro parasatisfazer os bichanos. Como já disse, são atitudes simples que garantem sua saúde e bem estar. Eles devem ter uma alimentação adequada, água sempre a disposição e um amplo espaço para o lazer. Abaixo, você pode conferir outras dicas de proteção aos animais de estimação .

1 – Nos dias mais quentes, não leve o seu cão para passear dentro do carro. Dependendo da temperatura do veículo, ele corre o risco de sofrer danos cerebrais. Agora, com a chegada do verão, reserve um local fresco e arejado onde o cachorro possa descansar.

2 – Para livrá-lo das incômodas pulgas, você deve usar algumas ferramentas, como pentes especiais e spray. O pente ajuda na remoção dos ovos e o spray age eliminando o parasita diretamente (o ideal é aplicá-lo no cão e no carpete).

3 – Ao invés de gaiolas, deixe seus pássaros em viveiros, assim, eles terão mais liberdade para voar. Além disso, nunca corte suas asas e sempre adquira este animal em estabelecimentos legalizados.

4 – Detalhes como brincar e dar atenção aos bichos fazem uma grande diferença. Portanto, sempre quanto tiver tempo, saia para passear com o seu cachorro, faça carinho no seu gato, enfim, dedique-se a essas criaturinhas especiais.

5 – Quando for viajar, escolha uma companhia aérea que permita o transporte do animal. Caso contrário, deixe-o com alguém de confiança ou abrigos especializados.


 

Dieta balanceada para gatos

Assim como todos os integrantes da família, os gatos também merecem uma alimentação equilibrada. Opções de boa qualidade não faltam. Portanto, risque a comida caseira do cardápio, porque as rações específicas já contêm as proteínas e demais nutrientes necessários para a saúde felina. Aquele gato olhando fixamente, hipnotizado, para um bom filé de peixe ou uma vasilha cheia de leite vai saindo de cena. Esses alimentos podem ser substituídos por produtos mais apropriados e, sobretudo, apetitosos. Rações úmidas com diferentes tipos de sachês, patês especiais e as próprias versões comuns, com sabores e formatos variados, tornaram os nossos bichanos verdadeiros gourmets.


E por que tantas opções para eles? A explicação é bem simples: os gatos têm o paladar mais seletivo do que os cães, por exemplo, e gostam do que é atraente. O mercado sabe disso e investe em alternativas saborosas. É até comum que donos de cachorros e gatos relatem ao veterinário que o cão adora roubar a comida do amigo. Faz sentido, porque elas são realmente mais gostosas. No entanto, para manter os pets saudáveis, cada espécie deve ser alimentada com sua ração. Não vale também misturar uma com a outra: as porções são balanceadas de acordo com as necessidades de cada animal.


Outro aspecto da alimentação felina que deve ser lembrado é a quantidade oferecida. Não é difícil saber o quanto colocar na tigela. Todas as embalagens de ração vêm com a dose ideal e as calorias que o bicho deve ingerir em um dia. Respeitar essa recomendação ajuda a evitar a obesidade, um problema que contribui para o aumento da pressão arterial e o aparecimento do diabete.


 

Os cuidados que os gatos precisam

Gato

Que tal ter um gato como melhor amigo? Veja como lidar com este animal independente e vaidoso

Normalmente os gatos dormem a maior parte do tempo e vivem ronronando pelos cantos. Mas nada disso quer dizer que não estejam nem aí para você. Ao contrário: eles adoram receber atenção. Não à toa, ganham cada vez mais fãs.

"É claro que o gato se comporta de um jeito completamente diferente de um cachorro, que não perde uma boa farra", admite a veterinária Mirela Tinucci Costa. "Mas, a seu modo, ele também é muito apegado ao dono. Algumas raças manifestam esse afeto fazendo manha, como o persa. Outras são cheias de energia, como o siamês."

Não importa a raça, porém, todo gato adora a oportunidade de tirar uma bela soneca. Na verdade dorme até 18 das 24 horas do dia. "A vantagem é que, por instinto, aproveita para fazer isso quando a casa está vazia. Ou seja, dorme enquanto o dono está fora", diz Mirela. Assim, o bichano não reclama de solidão. E o dono quase sempre o encontra cheio de disposição para afagos e colo.

"Diferentemente do que ocorre com o cão, você não tem domínio sobre a rotina do gato", diz Nilton Abreu Zanco, especialista em bem-estar animal. "Mas, esperto, ele se adapta aos horários da casa." O felino também dispensa passeios diários. Ele precisa é de outros cuidados, como verá a seguir.

Higiene

Você não precisa ensinar um gatinho onde fazer cocô nem xixi. Por instinto, ele irá direto para a caixa de areia e, depois, enterrará a sujeira. Nem por isso sua casa ficará livre de odores desagradáveis, isto é, se você não mantiver a caixa limpa.

Alimentação

A ração deve ser específica para gatos e ficar sempre à disposição dele. E saiba: aquele pratinho de leite das histórias infantis pode ser dispensado. Até porque alguns gatos não digerem bem esse alimento e ficam, isso sim, com uma baita diarréia. Água, por sua vez, deve ser oferecida em abundância e em recipientes largos. Gatos odeiam encostar o bigode nas laterais da vasilha!

Vacinas

Como todo animal de estimação, o gato não deve perder as consultas periódicas ao veterinário, muito menos ficar com a vacinação em atraso.

Aos donos de primeira viagem

Aqui está uma série de dicas para quem nunca teve um gato e quer manter seu novo companheiro saudável

· Gatos lixam as unhas, especialmente se não estiverem bem aparadas. E para isso arranham pés de sofá, de mesa... Você evitará estragos na mobília se deixar por perto um pedaço de tronco ou arranhadores especiais, vendidos em pet shops.

· Evite grandes mudanças - de decoração ou de endereço. O gato é territorialista por natureza e reage mal quando seu ambiente é totalmente modificado.

· Ele se esconde nos locais mais inusitados. Assim, não leve um susto se um dia encontrá-lo em gavetas, sob a sua cama ou em cima do guarda-roupa - até porque ele gosta de vigiar o dono de locais altos.

· Você pode impedir as escapadas noturnas instalando telas nas janelas ou castrando o bichano - aí, ele não irá buscar parceiros nas ruas.

· Nunca faça comparações com o cachorro. Cada um com seu temperamento.


 

Por que adotar um bichinho de estimação faz tão bem à saúde?

Está pensando em adotar um gatinho ou cãozinho? Saiba que a companhia dos bichos traz inúmeros benefícios à saúde

Menina com gato

Está comprovado: a companhia dos bichos atenua problemas físicos e psicológicos. Este assunto seriamente foi debatido em 2009 na conferência da International Society for Anthrozoology and Human-Interaction, que aconteceu em Kansas, nos Estados Unidos.

Os especialistas mostraram pesquisas sobre os benefícios dessa convivência para o organismo humano. Há redução da hipertensão, da obesidade, da ansiedade e da depressão.

"O afeto estimula o cérebro a produzir substâncias ligadas ao bem-estar, como as endorfinas e a serotonina, que relaxam o corpo", justifica o psiquiatra Alexandre Saadeh, do Hospital das Clínicas de São Paulo. "E ao levar um animal para passear a pessoa perde peso e melhora sua condição cardiovascular", completa.

Dicas para você fortalecer o vínculo com o seu amigo bicho:

1. Reserve um tempo no seu dia para se dedicar exclusivamente a esse amigo. Alimente-o, converse com ele, faça carinho e dê banho você mesmo. Essas experiências são valiosas.

2. Aproveite para praticar atividade física e se divertir durante os passeios. Faça caminhadas em seu bairro, nos parques ou praças. E permita que, nos intervalos, seu animal interaja com outras pessoas e animais.

3. Estimule a curiosidade dele. Invente brincadeiras engraçadas e prazerosas que entretenham a ambos.


 

Quais animais podem ser criados em apartamento

Os animais podem ser criados em apartamentos, porém são necessários certos cuidados para que os mesmos não causem incômodo aos vizinhos.

ANIMAIS PODEM SER CRIADOS EM APARTAMENTO

Uma sugestão são os animais de pequeno porte e de raças mais dóceis.

Algumas pessoas questionam-se sobre quais animais podem ser criados em apartamentos, pois certos condomínios e prédios proíbem a entrada destes bichinhos.

No entanto muitas vezes as pessoas desistem de residir em edifícios para morar em casas devido os condomínios não permitirem a entrada de algumas espécies de animais.

Os animais são considerados grandes companheiros do dia-a-dia, afinal eles estão presentes em diversos momentos de sua vida e apenas proporcionam aos seus donos alegria.

Por que nem todos os animais são permitidos?

Cachorro em apartamento

Os apartamentos, normalmente, são menores e também não têm uma área propícia para o animal viver, pois eles são acostumados com espaços maiores. Além do mais certas espécies podem perturbar aos outros moradores, levando a graves problemas.

Portanto antes de adquirir a um animal procure conhecer as regras dos condomínios e assim evitar transtornos como multas.

Animais permitidos

Uma sugestão são os animais de pequeno porte e de raças mais dóceis como o poodle, maltês, Lhasa apso, entre outros.

Outra dica são animais mais fáceis de cuidar como peixes, passarinhos, tartarugas e hamsters, porém é indicado adotar animais em pares, assim um faz companhia ao outro, já que os donos não têm muito tempo para ficar junto com eles e com isso não se sintam sozinhos.

Vale lembrar que não são todos os animais que conseguem permanecer fechados em apartamentos, portanto sempre que puder leve-os para passear pelas ruas no caso de cães ou pelas dependências do condomínio.

Outros animais que podem ser criados em apartamentos

Menina com coelho em mãos

-Coelhos
-Gerbil (Esquilo- da Mongólia)
-Esquilo
-Rato (Twister ou Mecol)
-Gatos
-Camundongo (Topolino)
-Cágados
-Jabutis (Jabutinga, Jabutipiranga)
-Lagarto (Teiú, Iguana, Gecko, etc…)
-Cobra (Jibóia, Cobra do Milho, etc…)
-Tarântulas (Caranguejeiras)
-Tenébrio (Bicho- da- Farinha)
-Furões
-Chinchilas

Ao manter o seu animal em apartamento  são necessários alguns cuidados como a limpeza, banho, alimentação, além de manter o ambiente sempre organizado.


 

Dicas para cuidar de seu animal de estimação

Dicas para cuidar de seu animal de estimação

Ter um animalzinho de estimação  perambulando pela casa sempre é sinônimo de alegria e diversão. Porém, para que nada estrague a felicidade da família e do bichinho, ele deve receber alguns cuidados importantes.

Levá-lo ao veterinário periodicamente está entre essas tarefas. A aplicação de vacinas e arealização de alguns tratamentos são fundamentais para evitar que o animal adquira certas doenças. O proprietário também deve manter a área de vivência do bicho sempre limpinha e bem higienizada.

O alimento tem que ser de boa qualidade e adequado para suprir todas as necessidades nutricionais do animal. Além disso, o dono jamais pode se esquecer de demonstrar carinho e afeto ao seu mascote.

Cuidados com os cães no verão

Cachorro na frente do ventilador

Quem disse que só nós, seres humanos, precisamos de cuidados especiais durante overão  ? Saiba que os animais de estimação também sofrem nesta época ano e ficam mais vulneráveis a determinados problemas.

Os cães  , por exemplo, sentem-se sufocados debaixo de tanto pelo. Mas existem algumasdicas que são capazes de amenizar o sofrimento do melhor amigo do homem e evitar que ele adoeça por causa do calor.

Cachorro deitado na praiaCuidado com o sol

Muitos donos têm o costume de deixar o animal preso. Se você também possui este hábito, fique atento para não colocá-lo num ambiente em que não haja sombra. Além disso, lembre-se de deixar a vasilha de água e de comida ao seu alcance e de trocá-la periodicamente. Isso vai ajudar a manter a água sempre fresquinha e impedir a proliferação de parasitas, como o mosquito da dengue.

Já os que adoram levar o cachorro para dar uma volta de carro não devem esquecê-lo no veículo. A temperatura dentro do automóvel aumenta rapidamente, ainda mais se ele estiver com as portas e janelas fechadas.

Exercícios

A prática de exercícios também trás benefícios aos cães. Entretanto, durante o verão, eles não devem ser praticados nos horários em que os raios solares incidem com maior intensidade. O ideal é levá-lo para passear logo de manhã, período em que a temperatura está mais amena e o clima extremamente agradável. Só não se esqueça de carregar uma garrafa de água para você e para o animal.

Pele

Cachorro se coçando

A exposição excessiva ao sol pode causar queimaduras no seu bicho de estimação. Isso é ainda mais comum nos cachorros de pelagem branca ou pele rosa. Procure um veterinário e veja se é preciso aplicar algum protetor no animal.

Pulgas e carrapatos também costumam causar bastante problema. O calor favorece a proliferação dos chamados ectoparasitas, que podem colocar em risco até a saúde dos seres humanos. Para impedir sua a ação você deve investir em produtos específicos no combate a tais pragas.

Qual é a raça de cachorro mais inteligente

Border Collie é considerado o cachorro mais inteligente do mundo, além de ser ótimo companheiro para o trabalho no campo especialmente.

Foto de um Boder Collie.

Border Collie é o cachorro mais inteligente  do mundo.

Um dos maiores amigos do homem é sem dúvida o cachorro onde podemos encontrar de várias raças e portes sendo eles desde os pequenos até os portes maiores que são adequados para grandes quintais.

Muitos procuram por cachorros de raças inteligentes, neste requisito uma das raças que merece destaque diante o livro “A inteligência dos cães” de Stanley Coren onde o mais inteligente é o Border Collie.

Diante uma pesquisa realizada no Canadá com cerca de 133 raças diferentes de cachorro, Border Collie ficou em primeiro lugar no qual se tratava de um animal superativo e que precisa de muito espaço para fazer as suas atividades físicas.

Para que você possa conhecer um pouco mais sobre as raças mais inteligentes, abaixo segue a descrição sobre os cinco cachorros mais inteligentes do mundo, que pode lhe ajudar na hora de escolher o seu cachorro.

Raças de cachorro mais inteligente

- Border Collie

Esse cãozinho é muito simpático e trabalhador e adora pastorear os rebanhos e quando sente a falta de um também cuidam de patos, crianças e tudo o que se move em seu frente. O Border Collie é um animal com muita vitalidade e muito atlético sendo perfeito para quem gosta de um cachorro companheiro e brincalhão.

- Pastor alemão

A versatilidade e a inteligência faz com que o pastor alemão seja uma raça muito popular, além de ser muito conhecido pela força, ser obediente aos comandos e aprendem muito rápido por isso é usado como cão de polícia, guia de cegos, de guarda e também resgate de vítimas.

Cachorro Poodle.

- Poodle

Uma das principais características é a fácil adaptação da raça onde no passado era usado para a caça aquática. Com o passar do tempo acabou se tornando um cão de companhia devido a sua facilidade de aprendizado e também utilizado em espetáculo de circo fazendo a alegria do público.

- Golden Retriever Cachorro Golden Retriever.

A raça procura sempre agradar o dono, devido a sua característica atenta e observadora é um dos cães preferidos a trabalhar como cão guia e para a recuperação de pessoas com problemas físicos e mentais. Tem uma característica muito mansa, boa índole e adora praticar atividades físicas.

- Doberman Pinscher

A raça é um cão ativo, fiel e energético muito apegado à família e também empregado como cão de defesa. O adestramento fica fácil devido aguçada inteligência e facilidade para entender os comandos, devido a sua cara de mal e a mordida poderosa faz com que seja uma das raças mais temidas.

 

 

O sangue do seu cachorro salva muitas vidas

Tendência recente no Brasil, os hemocentros animais estão espalhados por várias cidades, mas também sofrem com a falta de doadores..

Atropelamentos, infecções, traumas, intoxicações, cânceres, cirurgias... Os cães necessitam de transfusão sanguínea em várias situações. Na contramão, poucos donos sabem que seus bichos de estimação também estão aptos para doar o líquido vermelho. Atualmente, muitos centros veterinários do país estão criando bancos de sangue para emergências. "Em todas as visitas, realizamos exames de check-up, o que é ótimo para o doador, já que podemos diagnosticar doenças antes mesmo da manifestação clínica", conta o veterinário Márcio Moreira, coordenador do banco de sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. O processo pode - e deve - ser repetido a cada dois meses e não leva mais de dez minutos. 

Requisitos

Para praticar a boa ação, seu pet precisa:

1 Ter entre 1 e 8 anos

2 Pesar mais de 25 quilos

3 Estar com a carteira de vacinação em dia

4 Fazer a vermifugação

5 Ser dócil e calmo

6 Não estar prenha (no caso das fêmeas) 


 

Calopsita é a ave australiana que pode até aprender a falar

Topetuda, sim...
...agressiva, não. É só uma questão de saber lidar com ela. E aí, a calopsita, esta australiana cheia de plumas, vira uma companhia pra lá de amigável

 

Independente por natureza, a calopsita não gosta de viver engaiolada. A menos que o dono a acostume desde filhote assim, reclusa. Mas, no caso, se um dedo atrevido se insinuar por entre as grades para arriscar um carinho em seu topete, é de esperar uma boa bicada. O comportamento da calopsita reflete o tratamento que ela recebe, explica Marta Brito, veterinária doAmbulatório de Aves da Universidade de São Paulo. Se ninguém lhe dá atenção, ela fica nervosa mesmo e pode até atacar. Daí a fama de hostil.

No entanto, se o dono tiver paciência para treiná-la, vai se surpreender com suas habilidades. Mais do que cantar e assobiar, algumas até aprendem a falar, tal sua capacidade de imitar sons. Para que ela circule pela casa sem perigo de voar para bem longe, é preciso cortar a parte interna de uma das asas procedimento que, bem entendido, só o veterinário pode fazer. E então, no máximo, ela vai ensaiar pequenos vôos rasantes.

A calopsita que normalmente tem pelagem branca, amarela ou cinza vive em média dez anos. Os cuidados que ela requer são básicos. Em geral, basta uma visita anual ao consultório, diz o veterinário Celso Martins, da Universidade Metodista, em São Paulo, especialista em aves. Isso, em parte, explica por que anda cada vez mais comum ver gente desfilando por aí com a ave encarapitada no ombro. 

Cuide bem dela

 

Providencie uma bacia de barro envernizado, com 5 cm de altura e 15 cm de diâmetro, para o banho. Lave diariamente o viveiro, o bebedouro e o comedouro com água e sabão.

 

Se quiser que sua calopsita fique solta, evite objetos pequenos e brilhantes espalhados pelo caminho, porque eles despertam a sua curiosidade e acabam ingeridos.

 

Um é pouco, dois é bom. Sua calopsita vai gostar de ter uma companheira para não se sentir solitária. Ofereça ração para aves (existe uma exclusiva para a calopsita, mas não é fácil de encontrar), além de frutas e legumes crus.

 

 


 

Cães são menos agressivos quando passeiam com mulheres..

comportamento dos cachorros foi associado às tendências agressivas dos homens

Cães que são levados para passear por homens são quatro vezes mais propensos a ameaçar e morder outros cachorros na rua, do que aqueles levados por mulheres. É o que aponta um estudo da Universidade Czech, em Praga. O comportamento dos cães foi associado às tendências agressivas ou impulsivas dos homens. 

Depois de analisar o comportamento de 2 mil cães, o pesquisador Peter Rezac disse que os cachorros podem ser influenciados pelas emoções do seu dono. "Os cães têm uma capacidade surpreendente de ‘ler’ o comportamento humano. Além disso, são capazes de perceber mensagens de ameaça emitidas por outros cães", disse Rezac ao Discovery.com. 

A pesquisa também levantou que os cachorros que passeiam com coleira se cheiram mais entre si, e são duas vezes mais agressivos do que os cães que andam soltos. Os especialistas acreditam que os bichos com coleira ficam “frustrados” por terem seus passos limitados.  

Os cachorros podem ser influenciados pelas emoções do seu dono


 

Pesquisadores descobrem qual o melhor parceiro de caminhada para emagrecer

Foto: Getty Images

 

Cientistas da Universidade de Missouri encontraram o parceiro perfeito para aquela caminhada de trinta minutos que não sai do papel: um cachorro. Segundo pesquisadores, um cãozinho pode nos ajudar a manter a forma – com mais eficácia do que uma amiga.

Os estudiosos foram além. Eles pesquisaram quão eficaz era a companhia do cão para quem quer colocar o pé na estrada ou simplesmente caminhar pelo quarteirão. Para isso, convidaram voluntários idosos para fazerem parte de três grupos: o da caminhada com cachorro, caminhada com um amigo e o da caminhada desacompanhado.

Foi descoberto que pessoas que andaram ao lado do pet melhoraram seu desempenho em 28%. Pessoas andando sozinha ou com amigas improvisaram sua caminhada em apenas 5%. A conclusão é que o animal ajuda a construir confiança e otimizar o equilíbrio, fazendo com que as pessoas queiram andar ainda mais. Pronta para colocar seu cãozinho para andar?


 

 

 

 

Tempo seco pode prejudicar também seu pet

A baixa umidade do ar pode causar problemas respiratórios nos animais

As vantagens de ter um bichinho de estimação compensam os gastos e eventuais preocupações. Confira os resultados de pesquisas recentes

   

Os sintomas que os animais de estimação apresentam quando a umidade cai depressa são bem semelhantes aos das pessoas: coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar, desidratação e até crises de asma ou bronquite. "As raças caninas mais atingidas são as pequenas e com focinho curto, como o pug e o shitzu", conta a veterinária Valéria Corrêa, diretora da loja especializada Pet Center Marginal, em São Paulo. Em casos extremos, o pet deve ser levado ao hospital para fazer inalação. Além de disponibilizar muita água e espalhar panos molhados pela casa, confira abaixo outras dicas para evitar que a secura afete seu amigo. 

Estratégias umidificadoras

Para fugir das complicações, não passeie com o animal em dias quentes, em especial entre as 10 e as 16 horas. Limpe o chão para impedir o acúmulo de pó e, se possível, use um umidificador de ambiente.

Gato gordo é candidato a ter diabete

Um estudo da Universidade de Múrcia revela que em bichanos obesos, o nível de insulina chega nas alturas

 Um trabalho da Universidade de Múrcia, na Espanha, recrutou 37 felinos gorduchos para um programa de perda de peso que, entre outras coisas, oferecia rações mais magras. Antes da dieta, os animais passaram por exames que mediam os níveis de substâncias como a insulina. Em pets obesos, esse hormônio, que bota o açúcar nas células, fica nas alturas e aumenta o risco de diabete. Após o regime, os bichos emagreceram e voltaram a apresentar taxas normais do hormônio.

 

Artrose e doenças no fígado são outros males relacionados à obesidade nos gatos

 Em dia com a balança

Para combater a obesidade nos gatos, o professor Archivaldo Reche Júnior, um dos maiores experts em saúde de gatos do Brasil, aconselha acrescentar comida úmida, que é menos calórica do que as rações secas, ao cardápio deles. O ideal é oferecer ambas, de acordo com o tamanho e a idade do animal. Procure também estimular brincadeiras com bolinhas para seu companheiro se exercitar.

 

 

 


Animal triste: o que fazer?

Estresse, medo, ansiedade, depressão, agressividade bichos, assim como nós, sofrem de tudo isso. Aprenda a reconhecer os sintomas que alteram o comportamento do seu pet

Motivos não faltam para abalar as emoções do seu animal de estimação. O cachorro, por exemplo. Se ele não tiver um quintalzinho que seja para brincar e se exercitar à vontade, não vai viver lá muito feliz. Caso passe boa parte do tempo na mais completa solidão, idem. Quanto ao gato, por trás daquele ar de felina superioridade esconde-se um ser carente. Pois é, cães e bichanos são sensíveis ao que acontece ao seu redor. Basta ver a reação apavorada deles a trovoadas e rojões.

Até mesmo a agitação doméstica e vozes alteradas podem deixá-los nervosos, avisa o veterinário homeopata Marcos Eduardo Fernandes, de São Paulo. Há outras razões para a tristeza sem fim. A perda de um companheiro faz o bicho sofrer. O mesmo acontece quando nasce um bebê na família que o adotou e ele deixa de ser o centro das atenções. Mudanças de ambiente, uma viagem de curta duração, a ida ao pet shop para os cuidados com a higiene ou a estadia num hotelzinho também são fatores capazes de causar um certo estresse.

"Já que nem sempre dá para poupá-lo das adversidades da vida, a melhor forma de prevenir traumas é socializar o animal", recomenda a veterinária especialista em comportamento Hannelore Fuchs, de São Paulo. Assim que estiver devidamente vacinado, leve seu cão ou gato para passear, interagir com outras pessoas e animais e conhecer diferentes lugares. Desse modo ele fica psicologicamente mais preparado para encarar o que lhe desagrada.

Se mesmo com esses cuidados você notar sinais de alteração emocional no seu mascote, leve-o a um especialista em comportamento animal para que ele defina o melhor tratamento. "A terapia costuma dar bons resultados", garante o zootecnista Alexandre Rossi, especialista em comportamento, de São Paulo. As sessões consistem em treinamentos e na exposição gradativa ao fator estressante. Isso dessensibiliza o animal e facilita sua adaptação a situações desfavoráveis. O uso de florais e homeopatia também é excelente para equilibrar reações emocionais. Em casos extremos, o veterinário lança mão de medicamentos alopáticos, como antidepressivos e ansiolíticos.


Quando o animal é medroso

Se ele morre de medo de trovões e fogos, ponha algodão nos ouvidos nos momentos mais críticos, aconselha Marcos Eduardo. Evite gritar, bater porta ou fazer qualquer outro barulho mais forte. "Se a família estiver aguardando a chegada de um bebê, mostre ao animal as roupinhas e a barriga da futura mamãe para que ele se acostume com a idéia e não se sinta preterido", recomenda Hannelore. Evite deixá-lo em locais estranhos, como hotéis, e leve-o sempre ao mesmo pet shop. Por fim, passear no mínimo duas vezes por dia é fundamental.

Sintomas de alterações emocionais no animal

Fique atento nos sintomas que podem revelar alterações emocionais:

Tremor
Agitação
Tristeza
Apatia
Agressividade
Vômito
Diarréia
Inapetência
Coceira
Sono excessivo
Morder patas e/ou unhas e arrancar os pêlos
Esconder-se em um canto da casa
Taquicardia
Bocejos em excesso
Respiração ofegante
Os gatos urinam e defecam fora do tanque de areia

     

 

 


 

Cães também podem ter alergia?

Você já teve a impressão de que o seu cachorro acordou com o rosto inchado? Pois bem, você estava certo. Muitas vezes, o sinal mais comum de um processo alérgico agudo nos cães é o edema, também conhecido como inchaço na face.


A princípio, é essencial que os donos tentem observar o que pode ter desencadeado o problema, tentando evitar uma nova exposição ao agente alergênico. Medicamentos, picadas de inseto e, pasmem, até mesmo as vacinas podem ser as responsáveis pelos edemas. Daí, os sintomas não demoram a aparecer e o inchaço na face é confirmado por um exame em que o médico veterinário pressiona a face do animal e nota uma marca chamada sinal Godet positivo.


Feito o diagnóstico, o veterinário deverá tratar o problema fazendo uso de cortiocóide e de um anti-histamínico (antialérgico). Esse é um tratamento emergencial que normaliza o inchaço e evita crises graves de alergia, as quais podem evoluir para um edema de glote perigoso. Portanto, ao identificar tais sintomas, leve rapidamente o seu cãozinho a um pronto-socorro animal.


Para os cachorros que têm alergia a alguns tipos de vacina, a solução não é abandonar as injeções, mas apostar em uma medicação preventiva antes de expô-lo novamente ao risco. Se o problema for desencadeado por remédios, como antibióticos, a alternativa é trocar a medicação. No caso das picadas de insetos, o melhor ainda é telar os ambientes em que o animal costuma ficar. Alguns produtos repelentes próprios para cães também podem ser utilizados.

 

Portanto, para evitar sustos, a dica é ficar atento a tudo o que pode fazer mal ao seu bichinho. Cãobinado?

 


 

Família com cachorro

 

Ter um animalzinho de estimação em casa exige alguns cuidados. Mas o trabalho é pequeno se comparado aos benefícios que eles trazem para a gente. Cerca de 33 milhões de brasileiros que são donos de cães e 17 milhões que têm gatos já descobriram isso. Se você ainda não tem um bichinho de estimação para chamar de seu, saiba que nunca é tarde para adotar.


Confira algumas vantagens:

· No contato diário, crianças e animais aprendem a controlar impulsos, entre eles a agressividade.

· Ter um cão ou um gato ajuda a lidar com fatos da vida, como nascimento, reprodução e morte, além de reforçar a autoestima.

· Para pessoas tímidas, os bichos servem como um bom treino para se comunicar melhor.

· Ter um cão ou gato antes de completar 1 ano de idade reduz pela metade o risco de uma criança desenvolver alergias.

 

Os benefícios de ter um animal de estimação à saúde

Economia com médicos e remédios

Donos de cães e gatos vão menos ao médico, garantem os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. E precisam tomar menos remédios, segundo um estudo australiano. Quando ficam doentes, os donos de cães ainda saem do hospital, em média, dois dias antes que os demais.

Coração blindado

Em pesquisa em Nova York, corretores da Bolsa de Valores foram submetidos a situações de estresse e só os que tinham um animal de estimação apresentaram taxas normais de pressão arterial. É que a sensação de responsabilidade e companheirismo diminui o nervosismo e dilata os vasos sanguíneos. Um estudo de 1980 já apontava isso: durante um ano, a doutora Erika Friedmann acompanhou 92 homens e mulheres hospitalizados por ataques cardíacos. Ela constatou que 11 dos 39 pacientes sem bichos morreram, enquanto apenas 3 dos 53 donos de cães e gatos tiveram o mesmo fim.

Amizades multiplicadas

Passear com um cachorro facilita aproximações. Segundo uma pesquisa, pessoas que saem com seu cão acabam fazendo mais amizades do que as que costumam caminhar desacompanhadas.

Sensação maior de bem-estar

Outro estudo americano, dessa vez realizado com 240 casais, revelou que a presença de um mascote em casa deixa as tarefas do dia a dia muito mais agradáveis, aliviando nossa pressão cotidiana. Segundo o veterinário Johannes Odedaal, essa interação libera endorfina, dopamina e outros hormônios que reduzem a ansiedade, além de relaxar o corpo.

"Hormônio do Amor"

Mulheres que adotam um cão ou gato filhote passam a produzir mais ocitocina, segundo revela um grupo de cientistas japoneses. Conhecida como hormônio do amor, essa substância é responsável pela alegria quando a mãe dá à luz o bebê e quando o amamenta. Pesquisa realizada nos Estados Unidos comprovou ainda que casais que têm bichos brigam menos do que aqueles que não têm um animal de estimação.

Adeus, depressão!

A companhia de um cão evita o isolamento de pessoas com idade entre 65 e 78 anos, afastando a depressão, segundo um estudo na Inglaterra. E os benefícios não param por aí: os idosos donos de cães e gatos também se tornam mais ativos e sociáveis, garantem cientistas norte-americanos


Por que os bichos tornam as nossas vidas mais saudáveis?

Pesquisas mostram que quem tem um animal de estimação gasta menos com médicos, previne problemas cardíacos e se recupera melhor de cirurgias

De tanto estudar o comportamento dos bichos, o pesquisador americano-suíço Dennis Turner descobriu que a companhia deles nos traz muito mais benefícios do que as alegrias domésticas já conhecidas. "Eles podem ser o fator fundamental de cura para doenças físicas e emocionais além de melhorar a auto-estima, o bom humor e os relacionamentos", afirma. Turner dirige um centro de estudos na Suíça que oferece cursos de terapia para psiquiatras, psicoterapeutas, assistentes sociais, administradores de hospitais. Confira a entrevista com o estudioso:

Como um bicho de estimação pode tornar a vida das pessoas mais saudável?

Independentemente da cultura ou do status socioeconômico, ter um cão ou um gato em casa é altamente benéfico. Os donos de animais estão entre os que sobrevivem mais tempo após um ataque cardíaco, sofrem menos de depressão, de solidão, de medo e de ansiedade. A presença deles estimula a auto-estima, especialmente de crianças com problemas na escola, e ajuda na reintegração de jovens desajustados, idosos e deficientes à sociedade. O pré-requisito para isso, entretanto, é que sejam bem cuidados e respeitados.

Existem dados que comprovem essa relação com a melhora na saúde?

Pesquisas realizadas na Austrália e na Suíça mostraram que famílias que possuem animais têm uma redução significativa com despesas médicas. Essas pessoas também gastam menos com medicamentos. Muitos estudos demonstram ainda que a presença deles em casa diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e o estresse dos moradores. Quem tem um cão também ganha com as caminhadas diárias, que auxiliam na prevenção de problemas cardíacos e na recuperação de quem sofreu um infarto.

Há experiências de sucesso com pacientes em tratamento psiquiátrico?

Sim. Doentes que não pronunciavam uma única palavra havia anos e não respondiam aos métodos tradicionais de terapia têm se socializado por meio do contato com animais. A simples presença deles funciona como um quebra-gelo para o doente não comunicativo, por exemplo. Ele começa direcionando um olhar fixo para o bicho. Algum tempo depois, passa a tocá-lo. Nas consultas que se seguem, conversa somente com o animal. Mais tarde, o terapeuta entra nessa conversa fazendo comentários sobre o bicho e dirigindo o assunto para sentimentos humanos. A partir daí, o terapeuta poderá ajudar o paciente a estabelecer uma relação com outras pessoas.

A terapia com animais pode ser uma opção para os países em desenvolvimento reduzirem os gastos com saúde pública?

Os programas que tratam portadores de deficiência física e mental, crianças com dificuldades na escola, delinquentes juvenis, pessoas que sofrem com a violência doméstica e presidiários estão entre os que muito têm a ganhar, pois essa terapia não exige grandes investimentos. Além disso, os governos podem fazer uma economia indireta de recursos públicos ao investir em educação sobre a posse responsável de mascotes. Isso aumenta o respeito das pessoas para com eles e diminui o número de bichos abandonados. É melhor prevenir do que optar pelo sacrifício.

Além de nos manter mais saudáveis, que outros benefícios eles nos trazem?

Alguns psicoterapeutas já prescrevem a aquisição de um animal de companhia como parte de um programa de terapia familiar. Um cão ou um gato pode unificar os membros em conflito, propiciando a todos um foco comum, que freqüentemente tem início com diálogos sobre o animal e sobre os cuidados que ele requer.

Por que as pessoas abandonam os animais? Na França e na Itália, é comum ver famílias soltá-los nas ruas ao sair de férias. Nos Estados Unidos e no Brasil, levam-se cães e gatos saudáveis para ser sacrificados.

As pessoas não consideram os cuidados que um bicho requer - alimentação adequada, consultas ao veterinário e carinho -, o que significa tempo, dedicação e um certo investimento financeiro. Às vezes são cativadas pela graciosidade de um filhote e não se dão conta de que ele crescerá tornando-se, para alguns, menos atrativo. Também ocorre de ignorarem o tempo de vida do animal - cerca de 12 anos para cães e 20 anos para gatos - no momento em que decidem ter um. Outra razão é a mudança de casa ou o desemprego repentino. Nesses casos, a melhor atitude seria procurar uma pessoa que pudesse cuidar dele. É antiético abandonar o animal à própria sorte. Ele passa por uma fase miserável de vida e morre logo. É por isso que o aprendizado sobre o que os bichos podem significar para nós e sobre o que nós significamos para eles é extremamente importante.
 

 
 

5 dicas para você aproveitar a companhia do seu bichinho

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Está comprovado: criar afetividade com o bichinho de estimação faz bem ao corpo e à mente do homem. Veja como aproveitar a companhia do seu amigo de patas

1. Dê banho você mesmo

Você não ficará muito tempo com o bicho no colo ou mesmo perto dele se estiver exalando mau cheiro, certo? Portanto, torne seu animal "abraçável". Dê uma folga à pet shop e providencie você mesmo o banho do seu amigão. A água morna e o carinho da massagem com a espuma do xampu podem trazer ótimos momentos.

2. Escove os dentes

Mantenha a boca do seu animal saudável, assim você vai sempre querer estar próximo dele. Para isso, habitue-o à escovação dos dentes, fazendo desse momento uma brincadeira. Há no mercado cremes dentais apropriados - as pastas destinadas a humanos contêm muito detergente e podem fazer mal ao estômago - com sabores apetitosos.

3. Massagem, por que não?

Comece devagar. Observe o animal para descobrir seus pontos e tipos de toque prediletos. Dispense de cinco a dez minutos diários. Diga palavras suaves, num tom tranqüilizante. Aplique uma pressão gentil, com a mão meio encurvada, em movimentos largos, da cabeça à anca. Deixe que as pontas dos dedos (não as unhas) deslizem por todo o corpo, prestando atenção às partes em que ele mais gosta de ser afagado.

4. Invente jogos para vocês dois

Brinque com seu animal. Ensine novos truques a ele e aproveite para se divertir também. Nesse momento, podemos dar risada e diminuir o estresse. Lembre-se de que a diversão é prioridade na vida do bicho - para isso, ele estará sempre pronto.

5. Cozinhe para ele

Pelo menos uma vez por semana, dispense a ração e prepare você mesmo alguma coisa saborosa para seu animal comer. Ele vai ficar feliz da vida. Só não deixe de consultar antes o veterinário para saber que tipo de comida você pode fazer.


 

 
DIABETES mellitus 
 
Cada vez mais fala-se sobre diabetes, mas o que muitos não sabem é que a diabetes também acomete cães e gatos. Assim como no homem, a diabetes não tem cura, mas existe tratamento que controla a doença, conferindo ao animal uma melhor qualidade de vida.
 
 
A diabetes se caracteriza pela não produção de insulina ou pela baixa produção de insulina. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, e é essencial para a vida. Para funcionar, as células do organismo precisam de energia (açúcar). A insulina é a responsável por permitir a entrada de energia na célula. Quando não existe insulina no sangue, ou em quantidade insuficiente, o açúcar permanece na corrente sanguínea, o que chamamos de hiperglicemia.
 
As causas de diabetes são predisposição genética, doenças infecciosas, pancreatite, obesidade, medicamentos (ex. glicocorticóides e progestógenos) e doenças preexistentes como hiperadrenocorticismo.
 
Os sinais clínicos mais precoces são a poliúria e polidipsia (animal urina demais e bebe muita água), polifagia (ingere muita comida) e perda de peso (animal que come muito, porém não engorda). Com o avanço da doença, o animal começa a apresentar anorexia, letargia, depressão e vômito. Alguns animais podem desenvolver catarata, levando a cegueira súbita.
 
Para se chegar ao diagnóstico é preciso fazer uma dosagem do nível de açúcar no sangue. Para isso é preciso coletar amostras de sangue do animal. Uma vez diagnosticada, inicia-se o tratamento.
 
tratamento é semelhante ao tratamento em humanos e varia de acordo com a gravidade da doença em cada indivíduo. O controle da alimentação aliado a exercícios físicos é fundamental em todos os casos, porém para alguns pode ser necessário uso de hipoglicemiantes orais ou até insulina.
 
É preciso manter uma rotina rígida para animais diabéticos, de controle de alimentação e os medicamentos devem ser dados de acordo com as recomendações do veterinário, respeitando os horários e doses prescritas. Um animal diabético periodicamente passará por exames para que seja medida a taxa de açúcar no sangue. É um paciente que requer cuidados especiais e muito amor e dedicação do dono.
 
A expectativa de vida de um animal diabético é menor, porém seguindo o tratamento e recomendações corretamente, eles podem viver muitos anos e com qualidade de vida.
 

 

Cães conseguem detectar câncer de pulmão com o olfato

Descoberta pode levar ao desenvolvimento de um "nariz eletrônico", que ajudaria no diagnóstico precoce da doença

 

 

 

Câncer de pulmão: pelo olfato, cães conseguiram identificar com 70% de exatidão pacientes com a doença

Os cães têm uma grande capacidade para detectar o câncer de pulmão pelo cheiro do hálito da pessoa doente. De acordo com a descoberta austríaca, o olfato apurado dos cachorros pode levar ao desenvolvimento de um "nariz eletrônico". A ferramenta ajudaria no diagnóstico precoce da doença, possivelmente estendendo a sobrevivência dos pacientes.

"Os cachorros não têm qualquer problema para identificar pacientes com tumores cancerígenos", diz Peter Errhalt, chefe do departamento de pneumologia do hospital de Krems (nordeste da Áustria) e um dos autores da descoberta. Os cães do estudo sentiram o cheiro de 120 amostras de hálito de pessoas doentes e saudáveis, e conseguiram identificar em 70% dos casos as que sofriam com câncer de pulmão.

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Segundo Errhalt, o resultado se mostrou tão promissor que foi previsto um novo estudo de dois anos de duração, com amostras de 1.200 pessoas. O estudo austríaco coincide com outros testes realizados nos Estados Unidos e na Alemanha.

"O objetivo é determinar quais são exatamente os odores que os cachorros são capazes de detectar", diz Michael Muller, do hospital Otto Wagner de Viena, que colaborou com o estudo. Se esse objetivo for alcançado, os cientistas poderão construir uma espécie de "nariz eletrônico" para diagnosticar o quanto antes o câncer de pulmão e aumentar, assim, as possibilidades de sobrevivência dos pacientes.

 

 

 


 

 

Gato

Com a ajuda de especialistas descubra o que se passa por trás dos olhinhos brilhantes do seu gatinho ...

 

Gato

 

"O menor dos felinos é uma obra-prima", disse Leonardo da Vinci, intrigado com a beleza e os mistérios dos gatos. Nem mesmo o grande inventor renascentista conseguiu desvendar os segredos que envolvem os bichanos. Há quem acredite que eles têm sete vidas, e que os de pelagem preta trazem azar. Mas de onde será que vem esse folclore? A verdade é que os gatos são fascinantes e fazem parte da história do mundo há 11 milhões de anos. Numa tentativa de descobrir o que se passa por trás do par de olhos brilhantes, Erin Barrett e Jack Mingo escreveram "Os Gatos Nem Sempre Caem em Pé" (ed. Publifolha), para você entender melhor seu bichano e torná-lo um grande companheiro. Veja:

O que ele quer dizer quando...


Fica de barriga para cima
Esse é um mimo guardado a donos muito queridos. Afinal, gatos são reservados quanto às suas partes íntimas e não saem por aí mostrando a barriga para qualquer um. Esse é um sinal de que eles estão seguros e confiantes.

Arrepia os pêlos
As pessoas costumam sentir medo ao ver um gato com pêlos eriçados ao longo da espinha e do rabo. E elas têm toda razão. Estufar a pelagem é uma maneira que os bichos encontram de parecer maiores e mais ameaçadores. É encrenca na certa!

Balança o rabo
Movimentos descontraídos indicam gato satisfeito. Se ele insistir em colocar o rabo em cima da revista que você está lendo, está tirando uma com a sua cara. Já uma cauda agitada é o último aviso antes de um arranhão.

DUVIDAS :

 Gato tem sete vidas?
Não, têm uma só - e que dura bem menos que uma vida humana, entre 10 e 15 anos. A crença nas sete vidas felinas vem da capacidade de os gatos sobreviverem a situações perigosas. Prova disso é que muitos escapam ilesos de quedas de até oito andares. Mas isso graças ao efeito "planador", conseguido quando o bichano abre bem as patas e aumenta o atrito com o ar, amortecendo o tombo.

Filhotes precisam tomar leite?
Só se for da mãe deles e apenas enquanto eles forem bebês. Muita gente alimenta filhotes com leite de vaca. O resultado é desastroso: como o estômago dos felinos não digere lactose, o leite costuma causar diarréia, a maior assassina de gatinhos recém-nascidos. Por isso, nada de oferecer leite de caixinha ao seu bichano. Se ele ainda não tiver dentes, dê ração sólida para filhotes, umedecida em água filtrada.

Gato preto dá azar?
Nem todo mundo acredita nisso. No Japão e na Inglaterra, quando um gato preto atravessa o caminho, é um sinal de sorte. Aqui no Brasil, o felino preto paga o preço de ter sido associado à bruxaria durante muitos anos. Por conta dessa crença boba, as entidades protetoras dos animais vivem cheias de filhotinhos pretos encalhados, à procura de um dono carinhoso que não ligue para superstições.